Voltamos a seguir ao Verão! Muito sol, praia, ondas… divirtam-se!!
Abraços
DG 2012
Voltamos a seguir ao Verão! Muito sol, praia, ondas… divirtam-se!!
Abraços
DG 2012
O termo club drugs refere-se a uma variedade de substâncias de abuso que são cada vez mais frequentemente utilizadas por adolescentes e jovens adultos no contexto de saídas à noite em discotecas, raves e bares. Incluem as seguintes:
Na sua maioria são utilizadas com objectivo recreativo, estando ligadas a contextos de lazer. Podem levar a problemas graves a nível de saúde física e mental. Existe também a associação entre algumas destas drogas e risco de violação, gravidez indesejada e transmissão de doenças infecciosas como HIV/SIDA.
Deixo-vos o link para um artigo que foi recentemente publicado na Acta Médica Portuguesa, intitulado “CLUB DRUGS:Um Novo Perfil de Abuso de Substâncias em Adolescentes e Jovens Adultos“.
Estejam atentos e informados!
Abraço
DG 2012
PS: Para mais informações sobre estas e outras substâncias de abuso consultem a nossa página sobre Drogas.
Chamou-me a atenção esta noticia do Público de 25.01.2012: “Família tem mais poder que os amigos no bem-estar e auto-estima dos jovens“.
A sensação de bem-estar e auto-estima dos jovens depende mais das relações familiares do que das ligações entre colegas, que só ocupam o lugar da família quando esta se ausenta, segundo um estudo de investigadores portugueses.
Afinal qual é a importância da família e dos amigos na auto-estima dos adolescentes? Para conseguir responder a esta questão, a equipa do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA) inquiriu 900 alunos do 7º, 9º e 11ª ano. No final, percebeu que a família tem mais impacto.
“Há uma convicção, mais ou menos generalizada, de que durante a adolescência o grupo de pares acaba por substituir um pouco a família. Mas o que estes dados acabam por mostrar é que isso não é exactamente assim. No que toca ao sentimento de bem-estar, a família continua a ter um papel mais importante do que o grupo”, contou à agência Lusa o coordenador do estudo, Francisco Peixoto.
O facto de sentirem que a “família os aceita tal como são, que os apoia quando precisam, nomeadamente em termos efetivos, e que simultaneamente lhes dá autonomia para poderem crescer e desenvolver-se, faz com que sintam que são pessoas que têm valor”, sublinhou o professor do ISPA.
Francisco Peixoto sublinha que o facto de a família dar “um contributo maior para a auto-estima que a relação com os colegas” não significa que o grupo de amigos não é importante.
Os amigos são importantes mas, em muitos casos, não conseguem substituir a família: “contrariamente aquilo que se faz passar, de que o grupo acaba por preencher o espaço da família, isso não é completamente verdade. Depende das circunstâncias”, disse o investigador.
“Os pares acabam por ocupar o espaço, quando a família deixa esse espaço vazio. Se a família cuidar dos filhos que tem continuará a ter esse papel importante, de o jovem se sentir bem com ele próprio”, alertou.
Sobre as características “ideais” da família, Francisco Peixoto sublinha que “não há um manual de boas práticas”, lembrando apenas que na base deve estar a “aceitação” dos filhos tal como eles são.
“A questão fundamental é a da aceitação. A ideia de que os pais forçam os filhos a ser aquilo que eles quereriam ter sido, isso não contribui obviamente para uma boa prática familiar, porque o que vai acontecer é que o adolescente é rejeitado pela família, porque a família quereria ter outro que não aquele que está ali à frente”, lembrou.
Um estudo sem dúvida importante, que sublinha muito do que se tem dito aqui no psiadolescentes… A família é fundamental para o desenvolvimento saudável dos adolescentes, nada a substitui. Os amigos, a escola, todos têm os seus papeis, mas é no seio da família que se desenvolvem as competências essenciais e se promove a autonomia.
Um parabéns aos autores do estudo.
Abraço
DG 2012
Apesar de não ser um assunto novo (ver post de 2007, “suicídio e antidepressivos – os factos“), esta temática levanta frequentemente dúvidas, quer nos adolescentes quer nos pais:
“Afinal os antidepressivos podem ou não aumentar o risco de suicídio?”
É uma pergunta perfeitamente válida e com razão de ser, tendo em conta que afinal as entidades reguladoras dos medicamentos a nível internacional fizeram avisos para existir precaução relativamente ao uso deste tipo de fármacos em adolescentes.
Foi publicado na última edição da Acta Médica Portuguesa, um artigo que poderá interessar quer aos profissionais de saúde que se deparam com esta questão, quer aos adolescentes e famílias. Fica aqui o link (Silva M, Sampaio D. Antidepressivos e suicídio nos adolescentes. Acta Med Port. 2011).
Queria só citar algumas das conclusões deste artigo:
Parabéns aos autores, obrigado pela tentativa de esclarecimento neste assunto (tão) controverso.
DG 2012
Obrigado pelas 370 respostas! Estes resultados dão que pensar…
Afinal será uma boa maneira de lidar com o stress isolarmo-nos ou estar com amigos? Parecem contraditórias as escolhas que colheram mais votos…
As menos escolhidas, são as mais preocupantes e as que pior podem fazer no desenvolvimento do adolescentes. Apesar disto 7% referiram que utilizam drogas ou álcool para controlar o stress e 5% que se magoavam como forma de lidar com este sentimento negativo.
E a família?… Ao que aparenta os jovens que responderam a esta sondagem não recorrem muito a esta quando estão em stress.
Dados a reflectir…
Abraço
DG 2011